SAL, AÇÚCAR E GORDURAS – Estudos e pesquisas sobre a alimentação, dizem que não são o açúcar, o sal e a gordura que representam um problema para a nossa saúde. Os problemas estão na sua grande quantidade em alimentos.

O açúcar, o sal, e as gorduras parecem ter se tornado os inimigos de nossa dieta. Mas podemos realmente viver sem eles? Não podemos e não devemos abusar do açúcar, da gordura e do sal. Para o cérebro funcionar da forma correta, os neurônios precisam de cerca de 120g de glicose por dia. Isto é quase metade do carboidrato que você come todos os dias.

O sal, o açúcar e as gorduras, são essenciais à vida, e se deve tomar cuidado antes de serem condenados. O que é um problema é seu grande uso pela indústria de alimentos. Não é a manteiga usada para refogar os vegetais, o sal na sopa ou o cubo de açúcar no café que está causando o problema.

SEM SAL, AÇÚCAR E GORDURA SERÍAMOS MAIS SAUDÁVEIS?

Muitos problemas de saúde estão relacionados a hábitos alimentares errados. Muitas pessoas comem muita gordura saturada, sal, açúcares e álcool. Mas reduzindo a ingestão em pequenas quantidades pode nos tornar mais saudáveis, e nos ajudar a controlar o peso e reduzir o risco de doenças crônicas.

É por isso que os alimentos ricos em gorduras saturadas, sal, açúcar ou álcool não fazem bem para a saúde. Eles também tem baixo teor de fibras e nutrientes importantes, como vitaminas e minerais.

Assim, esses alimentos devem ser estar presentes apenas em comemorações, e em pequenas quantidades. Não resta dúvida de que éramos mais saudáveis ​​antes da chegada de produtos industriais cheios de açúcar, sal e gordura.

Todos os países, que deixaram a alimentação tradicional para produtos industrializados devem enfrentar um aumento grande da obesidade, diabetes e outras doenças que surgem pelo excesso de peso.

Não é o açúcar, a gordura ou o sal em si os responsáveis ​​por isto, mas o grande uso pela indústria alimentar para a produção de alimentos de má qualidade.

 

COMO A INDÚSTRIA PODE REDUZIR O CONSUMO DE AÇÚCAR, GORDURA E SAL?

A gordura é uma parte essencial da nossa dieta e é importante para uma boa saúde. Existem diferentes tipos de gorduras, sendo algumas mais saudáveis ​​do que outras. Para ajudar a garantir que você fique saudável, é importante comer gorduras insaturadas em pequenas quantidades como parte de uma dieta balanceada.

Quando ingeridas em grandes quantidades, todas as gorduras, podem contribuir para o ganho de peso.

Talvez  a única forma de reduzir o teor de açúcar, sal e gordura dos produtos industriais seja com uma legislação que exigisse que as informações estivessem claras nos rótulos. Na Finlândia, por exemplo, o rótulo de um alimento deve conter de forma clara “alto teor de sal” se o teor de sal exceder um o limite.

Assim, com essa exigência e a conscientização do consumidor sobre os perigos do excesso de sal, açúcar ou gordura, podemos imaginar uma melhoria grande na saúde da população.

COMO OS CONSUMIDORES PODEM REDUZIR O CONSUMO DE AÇÚCAR, GORDURA E SAL?

A maioria dos sabores são adquiridos na infância e podem influenciar os hábitos alimentares ao longo da vida. Estudos recentes mostram que um bebê que bebe refrigerante no primeiro ano de vida o beberá regularmente mais tarde, e terá duas vezes mais chance de já ser obeso aos 6 anos.

Vários estudos realizados declaram de forma clara que o açúcar e a gordura ativam os circuitos de recompensa do cérebro e podem criar habituação e até dependência em alguns casos. A boa notícia, no entanto, é que você também pode influenciar positivamente essas preferências de sabor ao oferecer aos bebês frutas e vegetais desde o início.

O consumo de frutas está associado a uma grande redução do risco de doenças cardíacas, diabetes e vários tipos de câncer.

Assim, qualquer dieta com base em eliminar em bloco uma determinada substância, seja ela açúcar, gordura ou sal, deve ser evitada. Esta é uma visão errada da comida, onde o nutriente se torna mais importante do que o alimento que o contém.

Meia manga contém 15g de frutose, que é a quantidade encontrada em 250ml de refrigerante. Se você adotar uma dieta sem açúcar, deve proibir a manga de sua dieta, assim como peras, uvas, etc. As frutas também contêm fibras, vitaminas e minerais que tem papéis importantes na manutenção da boa saúde.

Portanto, o importante é manter uma alimentação equilibrada, com a ingestão de alimentos que sejam recomendados para o seu organismo.

QUAL SERIA A INGESTÃO RECOMENDADA?

É preciso lembrar que não são apenas os alimentos doces que contêm açúcar. Fibras dietéticas e amidos são polímeros de açúcar, e sua decomposição no intestino libera glicose suficiente para atender às necessidades de energia do corpo.

Como regra geral, se sugere que você tenha cerca de 50% de sua ingestão de energia na forma de carboidratos, ou seja, cerca de 250g de alimentos como vegetais, grãos ou legumes.

Assim, em relação aos açúcares rápidos adicionados aos alimentos, a OMS sugere limitar seu consumo a 10% da ingestão energética diária. Para um adulto médio, que ingere 2.000 calorias por dia, isso corresponde a 200 calorias, ou 50g ou 12 colheres de sopa de açúcar adicionado.

Portanto, se referindo a alimentação, a recomendação é a ingestão de uma dieta equilibrada, sempre priorizando alimentos saudáveis, pois afinal, a alimentação é a principal aliada de uma vida saudável.

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O exercício físico constante, mesmo com intensidade moderada, tem muitos benefícios para a saúde, além de reduzir o risco de doenças crônicas, uma melhora na força muscular e contribuir para um peso saudável.

Os benefícios do exercício e os perigos de um estilo de vida sedentário são reais, por isso a importância de se ter uma vida mais ativa.

Em todas as fases da vida, o exercício tem um papel importante. Ele contribui para que as pessoas sejam mais saudáveis, afinal, uma vida com movimento faz bem para as várias áreas da vida.

Vamos conferir algumas vantagens da prática de atividade física nas várias fases da vida.

CRIANÇAS

Desde cedo, o exercício é importante para a qualidade de vida. Em crianças, a atividade física demonstrou ter um efeito positivo para a saúde física e mental. Veja alguns exemplos:

Esses são alguns dos benefícios do exercício físico para as crianças. Então, podemos perceber que é muito importante incentivarmos o exercício físico desde cedo. Afinal, construir bons hábitos desde a infância aumenta a chance da pessoa se tornar um adulto mais saudável.

ADULTOS DE MEIA-IDADE

Para os adultos, a atividade física tem vários benefícios para a saúde. Os exercícios reduzem o risco de doenças cardíacas e vasculares e ajudam a combater o aumento da gordura corporal. Quanto mais você se exercita, maiores são os efeitos positivos.

Já foi comprovado que 75 minutos de exercícios moderados por semana diminuem o risco de ataque cardíaco e insuficiência cardíaca, 150 minutos reduzem ainda mais e 300 minutos ou mais são ainda mais benéficos. Ou seja, quanto mais você se exercitar, mais benefícios para o seu corpo.

Estudos mostram um efeito positivo de exercícios moderados a intensos também contra derrame. O conselho é fazer 3 ou 4 vezes por semana e trabalhar os músculos das mãos e pernas durante dois minutos todos os dia, para ativar a circulação sanguínea.

Assim, além dos benefícios já citados, o exercício também diminui o risco de diabetes, depressão, morte prematura, câncer de mama e câncer de cólon.

Portanto, ter uma vida com movimento, praticar atividade física, só traz benefícios para a saúde. Mas é claro, que o exercício físico sozinho, não fará milagres, ele vai contribuir para uma vida mais saudável, sendo necessário prestar atenção em outros aspectos da sua vida.

IDOSOS

Mesmo estando com uma idade mais avançada, o exercício não deve ser eliminado da vida dos idosos, pelo contrário, é importante que a prática continue, mas de forma moderada.

Assim, o exercício físico em idosos reduz o risco de fraturas, especialmente do quadril, além de  melhorar a velocidade do movimento e a força muscular. Duas ou três sessões de esportes por semana em intensidade baixa a moderada aumentam a massa magra, o que é comum se ter uma perda durante a vida.

Por outro lado, o exercício reduz o risco de restrição de movimento e reduz o risco de comprometimento cognitivo e demência (incluindo doença de Alzheimer).

Por fim, um estilo de vida sedentário aumenta o risco de doenças cardiacas e vasculares, além de morte prematura.

BENEFÍCIO DO EXERCÍCIO FÍSICO PARA O CORAÇÃO

A hipertensão arterial afeta um em cada três adultos. Se estima que 36% dos homens adultos sejam hipertensos, contra 25% das mulheres.

Porém, o controle da hipertensão requer medidas simples, como a perda de peso, a redução da ingestão nutricional de sal, a diminuição do sedentarismo e em alguns casos, a prescrição de um tratamento anti-hipertensivo. Desta forma, o exercício tem um papel fundamental para as pessoas que sofrem com essa doença, pois é uma das formas de ajudar no controle e na saúde do coração.

MELHORA A RESPIRAÇÃO E O SONO

Pessoas que roncam intensamente estão em risco de apneia do sono. O Brasil tem 15 milhões de roncadores, 3 milhões dos quais sofrem de uma doença que obriga 600.000 deles a passar as noites usando uma máscara conectada a um respirador.

Não existem medicamentos para lidar com o problema, porém a prática de atividade física também pode ser uma aliada.

Assim, uma das principais causas da baixa qualidade do sono é o sobrepeso. E neste caso, praticar atividades físicas tem uma contribuição muito grande.

MELHORA A SAÚDE EMOCIONAL

A atividade física além de todos os benefícios que proporciona para o corpo, também é uma aliada para a saúde mental e emocional. Ela pode proteger contra a depressão, em qualquer idade. Manter o corpo em movimento, faz com o cérebro funcione melhor, e ajuda nas emoções.

E atividades simples como a limpeza da casa é eficaz, assim como caminhar até o local de trabalho ou outras atividades que o fazem se movimentar. Se movimente, e vida com mais qualidade.

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Essencial para a saúde e saúde dos ossos, a vitamina D é absorvida pelo corpo sob o efeito do sol ou dos alimentos. No entanto, muitos de nós sentimos falta disso.

Como otimizar suas contribuições? Quando tomar suplementos de vitamina D?

Acompanhe o artigo que preparamos e saiba mais sobre o assunto.

QUAL É A DIFERENÇA ENTRE VITAMINA D2 E D3?

A vitamina D é uma vitamina lipossolúvel que existe em duas formas: D2, produzida pelas plantas, e D3, pelos animais. Em humanos, estas duas formas exercem as mesmas atividades biológicas uma vez que são convertidas no corpo na vitamina D. No entanto, D3 é melhor assimilado do que D2. Tem ação duas vezes mais eficaz para uma dose equivalente.

Ao aumentar a absorção de cálcio e fósforo e limitar seu vazamento na urina, é essencial para a mineralização dos ossos e dentes: a deficiência de vitamina D aumenta o risco de raquitismo em crianças, osteoporose e fraturas em adultos. Também ajuda a melhorar o estresse, melhorar a transmissão nervosa e garantir uma boa contração muscular. Finalmente, é um fator chave para a imunidade.

As contribuições que satisfazem são estimadas em 15 microgramas por dia (ug /dia) para homens e mulheres com mais de 18 anos.

ONDE ENCONTRAMOS?

A vitamina D tem uma origem dupla. Parte dela é sintetizada pelo corpo, na pele, sob a ação dos raios ultravioleta, e depois armazenada no fígado, músculos e tecido adiposo para utilização durante os períodos de inverno.

A outra parte (cerca de 20%) é através dos alimentos, principalmente por produtos de origem animal e gordurosos.

QUAIS SÃO OS ALIMENTOS RICOS ?

ONDE ENCONTRAR  SE FOR VEGANO?

A pessoa vegana não consome nenhum produto de origem animal, portanto, não consome ovos, carne, peixe, leite de vaca, queijo, mel… Para se beneficiar de uma ingestão de vitamina D por via alimentar, deve ir para:

PEIXES RICOS

A referência nutricional para a vitamina D é de 15 mcg / dia para os homens e mulheres adultos (de 19 a 70 anos).

Assim, se você não comer carne, poderá encontrar vitamina D em outros lugares, especialmente em peixes. Para cobrir suas necessidades diárias de vitamina D por meio da alimentação:  especialistas recomendam consumir 2 porções de peixe por semana, incluindo uma porção de peixe oleoso (salmão, arenque, sardinha, cavala, anchova …).

Prefira o peixe fresco, mas se não for possível aposte nas conservas de sardinha, atum no seu estado natural. Além disso, a exposição ao sol por 15 a 20 minutos por dia permite evitar deficiências de vitamina D. Os peixes mais ricos (valor em µg por 100 g de peixe cru) são: fígado de bacalhau (100), carapau (48), arenque (22), linguado (21,2), tilápia (19,6), truta salmão (18,7), espadarte (17), enguia (16), sardinha (14) e salmão (13).

 

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A intolerância à lactose ocorre quando o corpo de uma pessoa não consegue decompor a lactose de maneira adequada. Os sintomas incluem inchaço, gases e diarreia.

A lactose é um açúcar encontrado apenas no leite. Também em laticínios e derivados do leite, incluindo queijos e sorvetes. Se uma pessoa tem intolerância à lactose, seu sistema digestivo produz muito pouco de uma enzima conhecida como lactase. A lactase é necessária para quebrar a lactose.

Assim, a intolerância à lactose é diferente de uma alergia ao leite. Em uma alergia ao leite, o corpo reage às proteínas do leite, não ao açúcar do leite.  Assim, uma alergia ao leite pode resultar em sintomas graves, incluindo anafilaxia.

Em todo o mundo, cerca de 68% das pessoas têm problemas para digerir a lactose.  Este artigo analisa os sintomas, o diagnóstico, as causas e os tratamentos para a intolerância à lactose. Ele também discute alimentos a serem evitados e muito mais.

SINTOMAS

Pessoas com intolerância à lactose tem sintomas após comer ou beber leite ou laticínios que tenham lactose. Os sintomas podem variar de um leve desconforto a uma reação grave. Isso depende de quanta lactase o corpo de uma pessoa produz e de quanta lactose ela consumiu.

Assim, a maioria das pessoas com intolerância à lactose pode comer alguma quantidade de lactose sem apresentar sintomas. Cada pessoa tem um nível de tolerância diferente.

Os sintomas podem incluir:

A pessoa pode ter uma vontade repentina de usar o banheiro 30 minutos a 2 horas após consumir lactose. Desta forma, a diarreia crônica pode levar à desidratação, por isso é importante que a pessoa beba bastante água se tiver diarreia.

CAUSAS

A lactase é uma enzima produzida no intestino delgado. Então, o corpo usa a lactase para quebrar a lactose em componentes chamados galactose e glicose. A glicose é então absorvida pela corrente sanguínea.

Assim, se os níveis de lactase de uma pessoa estão baixos, a lactose não se decompõe e não é absorvida pela corrente sanguínea. Em vez disso, ele se move para o intestino grosso, ou cólon. As bactérias do cólon reagem a qualquer produto que contenha lactose criando mais gás.

Algumas pessoas acreditam que não é natural beber leite, pois os humanos são os únicos mamíferos que continuam a consumir produtos lácteos após o desmame. Eles dizem que a intolerância à lactose, não é uma condição médica, mas uma ocorrência natural.

DIAGNÓSTICO

Se uma pessoa suspeita que é intolerante à lactose, ela pode fazer um diário alimentar que lista os alimentos que come e os sintomas que sente. Isso pode a ajudar e ao médico a descobrir quais alimentos estão causando os sintomas.

Assim, a maioria dos profissionais de saúde recomenda que as pessoas experimentem uma dieta sem lactose por um período para ver se os sintomas melhoram. Alguns testes podem detectar uma intolerância à lactose, como:

*Teste de tolerância à lactose: a pessoa consome uma solução de lactose e um médico coleta amostras de sangue para medir seus níveis de glicose. Assim, se os níveis de glicose no sangue permanecerem os mesmos, o corpo não quebrou a lactose adequadamente.

*Teste de amostra de fezes: os testes de tolerância à lactose não são adequados para bebês, portanto, um médico pode realizar um teste de fezes. Então, níveis altos de acetato e outros ácidos graxos nas fezes podem ser um sinal de intolerância à lactose.

Os médicos também desejam descartar outras condições que podem causar sintomas. Estes incluem doença inflamatória do intestino, síndrome do intestino irritável e doença celíaca.

TRATAMENTO

Para evitar os sintomas, uma pessoa com intolerância à lactose grave pode precisar evitar leite, produtos lácteos como sorvete e outros alimentos processados ​​que tenham leite em pó e soro de leite.

Desta forma, evitar a lactose pode exigir algumas tentativas e erros, mas os rótulos dos alimentos podem ajudar, pois um produto que contém lactose deve ter um rótulo informando que contém “lactose”.

Assim, muitas pessoas com intolerância podem tolerar até 10 gramas de lactose, ou cerca de um copo de leite, sem sintomas significativos. Então, espalhar o consumo ao longo do dia e consumir produtos que contenham lactose com as refeições pode aumentar a tolerância.

Assim, as pessoas podem usar suplementos de enzimas lactase, que contêm lactase, para quebrar a lactose do leite e seus derivados. Então, isso diminui as chances de sintomas de intolerância à lactose.

 

TIPOS DE INTOLERÂNCIA À LACTOSE

A intolerância à lactose geralmente é herdada. Os tipos incluem:

Assim, em algumas pessoas, os níveis de lactase caem desde tenra idade, mas os sintomas de intolerância à lactose podem não aparecer até que sejam uma criança mais velha ou um adulto.

Também existe uma condição chamada deficiência secundária da lactase, na qual um problema no intestino delgado resulta na produção de lactase insuficiente. As possíveis causas são:

Assim, se a condição subjacente for crônica, como a doença de Crohn, a intolerância resultante também costuma ser de longo prazo. Uma intolerância que começa com uma condição de curto prazo, como gastroenterite, normalmente passa em alguns dias ou semanas.

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Setembro Amarelo  – O Brasil é o país com o maior índice de depressão da América Latina, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), e o setembro amarelo é um mês destinado para a prevenção do suicídio, que incentiva o cuidado com a saúde mental.

Este tema ainda é um tabu para algumas pessoas. Porém deve ser tratado com responsabilidade e seriedade. O fato de estarmos passando por uma pandemia pode agravar e confundir ainda mais as pessoas sobre seus sentimentos e os problemas relacionados à saúde mental. Afinal, para muitas pessoas, o sentimento como o medo, a insegurança, a tristeza e a ansiedade já se manifestou com frequência nos últimos dias.

O suicídio está ligado a problemas de saúde mental, por isso é muito importante ficar atento aos sintomas e sempre buscar ajuda quando for preciso.

O termo problemas de saúde mental ainda gera muito preconceito, mas saiba que ele deve ser  cada vez mais debatido. E este é um dos objetivos desta campanha.

O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE O SETEMBRO AMARELO?

Desde 2014 ocorre a campanha nacional do Setembro Amarelo, como forma de prevenção ao suicídio.

Esta campanha, é algo que não deve parar no mês de setembro, deve ocorrer no dia a dia, ao longo do ano, porque alguém do seu lado pode estar precisando de ajuda. Se estima que a cada 30 segundos ocorra um suicídio no mundo, por este motivo este tema merece a atenção de todos.

Assim, 0 suicídio é definido como “um ato praticado pelo próprio indivíduo, cuja intenção é a morte, de forma consciente e intencional por meio que acredita ser letal”.

Ou seja, é um comportamento como o resultado de vários de fatores que se acumulam na história da pessoa, não podendo ser considerada de forma causal, apenas para determinados eventos específicos da vida de uma pessoa que a levam a cometer atos de violência contra si mesma.

Esta campanha também remete ao amor, a si próprio e também aqueles que amamos.

O SUICÍDIO E COVID-19

O suicídio é um grave problema de saúde pública. No Brasil, são cerca de 12.000 casos anuais, e no mundo, chegam a 1.000.000 casos. E os números tendem a crescer, pelos efeitos colaterais do Covid-19. A maioria das vítimas do suicídio são jovens entre 15 e 30 anos e idosos com mais de 65 anos, chegando a proporção de 3 casos de homens para cada mulher.

As principais causas do suicídio são a depressão e o transtorno bipolar, em conjunto ou em associação. Também existem outras doenças como o alcoolismo e o uso de drogas, os transtornos de personalidade e a esquizofrenia que costumam estar presentes nos casos desta doença.

Nos jovens, a complexidade aumenta com os problemas emocionais familiares e sociais comuns da idade.

POR QUE É IMPORTANTE A CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE O SUICÍDIO

Doenças relacionadas à saúde mental que podem levar ao suicídio, podem acontecer por muitos fatores, como a predisposição genética, os problemas pessoais, não fazer tratamentos quando recomendados, além da falta de ajuda.

No entanto, muitas pessoas ainda tem a ideia de que o suicídio é “para chamar a atenção”, contribuindo para que nem todas as pessoas procurem ajuda.

Assim, essa dificuldade de reconhecer, identificar e buscar ajuda para a depressão, é muito preocupante em todo o mundo. Por isso, é muito importante aumentar a divulgação de projetos que atendam e conscientizem as pessoas.

Também é muito importante reforçar sobre a importância de buscar um tratamento que de fato ajude a pessoa que está doente.

A CAMPANHA DE PREVENÇÃO AO SUICÍDIO

A escolha do mês se deve à proximidade do dia 10 de setembro, o dia Mundial da Prevenção ao Suicídio. A cor amarela fica por conta de Dale e Darlene Emme que iniciaram uma campanha da fita amarela depois que seu filho Mike se suicidou com um carro amarelo.

Assim, essa campanha divulga o tema, alerta a população sobre o suicídio, incentiva eventos que tenham debates sobre o tema. Durante a campanha, os locais públicos e turísticos costumam ser iluminados com a luz amarela.

No entanto, a busca por tratamento psicológico e psiquiátrico ainda é vista com preconceito por algumas pessoas, que acreditam que apenas os loucos ou os fracos precisam de terapias.

Porém, as terapias são fundamentais para que a pessoa possa se conhecer melhor e para o amadurecimento, bem como o diálogo com um profissional especializado nesse cuidado. A terapia também permite ao paciente desabafar sobre os seus problemas.

O primeiro passo nessa direção é a formação de profissionais mais qualificados, bem como um maior incentivo durante os estudos médicos.

Assim, é preciso também tornar os serviços mais acessíveis à população e reduzir o preconceito que existe para quem busca serviços de psicoterapia ou psiquiatria.

Desta forma, esse preconceito pode ser reduzido com o aumento de informações. Assim, é necessário aumentar o debate sobre o assunto.

CUIDADO COM OS SINAIS DE ALERTA

Como diferenciar, se o medo e a tristeza estão se tornando permanentes e piorando a saúde?

Confira alguns pontos que devem ser observados:

  1. As sensações pioram e são acompanhadas por sintomas físicos como falta de ar, dores no corpo, palpitações.
  2. Tornam-se intensas e parecem insuportáveis as emoções como a tristeza, a raiva, o medo, a irritação ou a aparente frieza.
  3. Os sentimentos abrem espaço para comportamentos atípicos, como ficar irritado e agitado.
  4. Alteração em sintomas cognitivos, como a falha de memória, menos concentração, a confusão mental, ser repetitivo.
  5. A perda de vontade de realizar coisas que antes davam prazer costumam ficar cada vez mais frequentes.
  6. As emoções ficam mais afloradas e a pessoa fica mais suscetivel a crises de choro.
  7. O desejo pelas interações pessoais com outras pessoas fica cada vez menor.
  8. Sensação de vazio ou tristeza se torna mais presente.
  9. Perda de apetite.
  10. Abuso de álcool ou drogas.
  11. Alterações no sono.
  12. Pensamento de morte e suicídio.
  13. Falta de motivação.

Muitas pessoas acreditam que é necessário terem todos os sintomas acima para procurarem ajuda. A combinação de alguns destes sintomas já pode ser um grande alerta.

Assim, para chegar a ação suicida, também existem fatores de risco, como história de abuso emocional e físico, violência doméstica ou história familiar de tentativas de suicídio. A psiquiatria afirma que em geral 90% das pessoas que se suicidam têm algum transtorno mental, como a depressão, a ansiedade, a psicose e a dependência química.

Portanto, uma pessoa com saúde mental afetada emitirá sinais de que precisa de ajuda. Quem está por perto pode observar e ajudar no encaminhamento, mas apenas um profissional como o psiquiatra pode diagnosticar e tratar os problemas.

NÃO DEIXE ESTE SER APENAS MAIS UM TEXTO DE SETEMBRO AMARELO

Caso você esteja passando por este problema não exite em pedir ajuda a um amigo, familiar ou profissional capacitado. Não precisa se envergonhar, o mais importante é se tratar.

Não deixe este texto ser apenas mais um do Setembro Amarelo, compartilhe com alguém que precisa de ajuda.

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BOLETO FALSO: A imprensa sempre noticia a ação de golpistas especialistas em fraudar boletos bancários. Esse crime já fez milhares de vítimas no mundo e o prejuízo é muito grande, causando perdas em vários setores da economia, empresas, clientes e bancos.

Primeiramente, o boleto bancário é um dos meios de pagamento que os brasileiros mais usam por ser prático, simples e acessível para todos e este é um dos motivos que os golpistas utilizam para enganar as pessoas, por ser muito comum, é fácil que alguém mude os dados ou envie um boleto falso para outra pessoa.

Todavia, nem a área da saúde fica isenta dos golpes dos boletos bancários, mesmo sendo uma área tão sensível por envolver vidas e também a saúde de milhões de pessoas. Contudo, além dos e-mails falsos, por e-mail também tem acontecido a substituição do documento físico por outro: esta técnica não necessita do uso de tecnologia, podem-se utilizar máquinas copiadoras ou scanners. Assim, geralmente o fraudador intercepta o documento original, prepara outro documento e substitui o original pelo fraudado, sem a vítima perceber.

Como saber se meu boleto é falso?

Existem algumas formas entre elas:

1 – Certifique-se de que o número do Banco é o 237 e que a linha digitável também comece com o mesmo número: 237 (Bradesco);

2 – Assim, antes do pagamento, confira se os dados do Cedente/Beneficiário são da Operadora Unicentral de Planos de Saúde (nossa razão social);

3 – Os últimos dígitos da linha digitável, devem ser os valores do seu plano.

Importante: Nossos boletos são emitidos através do BANCO BRADESCO 237, AG.:3396 CC:54963-0 ou 52370-4.

Um novo dispositivo de segurança nos boletos

A Total MedCare está sempre buscando melhorias em ações para evitar a “Fraude dos Boletos”, portanto, a partir de agora, os boletos possuem uma linha de segurança.

A linha de segurança possui informações variáveis como:

 

Todavia, antes de confirmar o pagamento do seu boleto, confira se o boleto é mesmo da Operadora Unicentral de Planos de Saúde. A linha de segurança é mais um dispositivo antifraude, mas sempre confira os dados da linha digitável, o banco e o beneficiário.

Mais uma forma de se proteger

Para evitar cair em golpes de boletos falsos, uma boa opção é entrar em contato com nossa equipe para deixar sua fatura em débito automático.

Assim, se o seu plano for individual/familiar sempre confira ou pegue a segunda via do seu boleto através dos nossos canais de atendimento, confira o passo a passo abaixo:

SITE:  Menu autoatendimento  –> para você –>  2º via de boleto

APLICATIVO: 2ª via de boleto –> Segunda via de boleto é disponível apenas para beneficiários dos planos Individual Familiar.

Siga nossas dicas para ficar seguro em relação ao golpe dos boletos falsos. Estamos sempre à disposição para atende-lo e tirar suas dúvidas. Sempre que precisar, entre em contato com nossa equipe de atendimento.

Os exames de rotina são muito importantes por uma série de razões. Mas a principal delas é que são capazes de detectar problemas precocemente. Assim, ao ter acesso aos serviços de saúde, exames e tratamentos corretos, você está dando passos vitais para uma vida mais longa e feliz.

Antes de mais nada, conheça os principais exames de rotina que você deve fazer para verificar se está com a saúde em dia!

1. HEMOGRAMA COMPLETO

Primeiramente, o hemograma completo de rotina verifica os níveis de 10 componentes diferentes de cada célula principal do seu sangue: os glóbulos brancos, os glóbulos vermelhos e as plaquetas. Assim, componentes importantes medidos por este teste incluem contagem de glóbulos vermelhos, hemoglobina e hematócrito.

Assim, níveis anormais desses componentes podem indicar:

Assim, com base em seus resultados seu médico vai solicitar exames de acompanhamento para confirmar níveis anormais e um possível diagnóstico.

2. PAINEL METABÓLICO BÁSICO

Um painel metabólico básico (PMB) verifica os níveis de certos compostos no sangue, como:

Mas este exame requer um preparo, com jejum pelo menos oito horas antes da coleta de sangue. Assim, resultados anormais podem indicar doença renal, diabetes ou desequilíbrios hormonais e seu médico fará testes de acompanhamento para diagnosticar qualquer uma dessas condições.

3. PAINEL METABÓLICO COMPLETO

Um painel metabólico completo (PMC) inclui todas as medições de um PMB, assim como proteínas e substâncias adicionais relacionadas à função hepática:

4. COLESTEROL

Primeiramente, este exame verifica os níveis de dois tipos de colesterol: a lipoproteína de alta densidade (HDL), ou colesterol “bom” e a lipoproteína de baixa densidade (LDL), ou colesterol “ruim”

Assim, o HDL é “bom” porque remove substâncias nocivas do sangue e ajuda o fígado a transformá-las em resíduos. O LDL é “ruim” porque pode causar o desenvolvimento de placas nas artérias, aumentando o risco de doenças cardíacas.

 

5. PAINEL DA TIREOIDE

Um painel da tireoide, ou teste de função da tireoide, verifica se a sua tireoide está produzindo e reagindo a certos hormônios, como:

Primeiramente, a tireoide, uma pequena glândula no pescoço, ajuda a regular as funções corporais, como humor, nível de energia e metabolismo geral.

Ainda assim,  níveis anormais desses hormônios podem indicar várias condições, como níveis baixos de proteína, distúrbios do crescimento da tireoide e níveis anormais de testosterona ou estrogênio.

6. MARCADORES DE ENZIMAS

As enzimas são proteínas que ajudam o corpo a realizar certos processos químicos, como a decomposição dos alimentos e a coagulação do sangue. Assim, eles são usados ​​em todo o corpo para muitas funções vitais, os níveis anormais de enzimas podem indicar muitas condições diferentes.

Assim, enzimas comuns testadas incluem:

7. EXAMES DE DST

Muitas doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) podem ser diagnosticadas por meio de uma amostra de sangue. Assim, esses testes são frequentemente combinados com amostras de urina ou esfregaços de tecido infectado para diagnósticos mais precisos.

Assim, as seguintes doenças sexualmente transmissíveis podem ser diagnosticadas com exames de sangue:

Os exames de sangue nem sempre são precisos logo após contrair uma infecção. Desta forma, para uma infecção por HIV, por exemplo, pode ser necessário esperar pelo menos um mês antes que um exame de sangue detecte o vírus.

8. PAINEL DE COAGULAÇÃO

Os testes de coagulação medem o quão bem o seu sangue coagula e quanto tempo leva para o seu sangue coagular. Mas os exemplos incluem o teste do tempo de protrombina (TP) e o teste de atividade do fibrinogênio.

Assim, a coagulação é um processo que ajuda a parar o sangramento após um corte ou ferida. Mas um coágulo em uma veia ou artéria pode ser mortal, bloqueando o fluxo sanguíneo para o cérebro, coração ou pulmões e causando ataques cardíacos ou derrames.

Os resultados do teste de coagulação variam de acordo com sua saúde e condições que podem afetar a coagulação.

Os resultados deste teste podem ser usados ​​para diagnosticar:

Assim, para saber quais exames de rotina são indicados para cada pessoa, é preciso consultar regularmente com seu médico. O médico irá prescrever aquilo que é necessário, de acordo com seu perfil, seu histórico e sua saúde.

Sendo assim, o mais importante é que realizar um acompanhamento regular com seu médico, e exames de rotina, podem evitar muitas doenças. Portanto, cuide de você e de sua saúde e todos os anos faça seu “check up”. Sua saúde agradece! – TOTAL MEDCARE

REFLUXO EM BEBÊS – Não é difícil nos depararmos com bebês que sofrem com o refluxo. O refluxo é quando parte do conteúdo da barriga do bebê volta para a boca. Isso é diferente de vômito, em que os músculos do bebê se contraem com força. O refluxo é comum e pode afetar até 40% dos bebês.

Geralmente ocorre porque o tubo de alimentação do bebê (esôfago) ainda está se desenvolvendo. Sendo assim, o refluxo em bebês geralmente começa por volta das 8 semanas de idade e melhora à medida que crescem, porque o anel do músculo na parte inferior do esôfago se desenvolve totalmente. Isso impede que o conteúdo do estômago vaze.

Quais os sintomas do refluxo em bebês? Como identificar? Quando procurar um médico? Acompanhe esse artigo que preparamos para você e saiba mais sobre esse mal que afeta tantos bebês.

REFLUXO

O refluxo ou refluxo gastroesofágico fisiológico é muito comum em bebês pois seu organismo é imaturo e por este motivo seu esfíncter (anel entre o esôfago e o estômago) costuma ficar relaxado. Desta forma, o alimento volta com frequência, causando vômitos ou regurgitações. Conforme o bebê cresce, o esfíncter amadurece, e causa a diminuição do refluxo.

SINAIS E SINTOMAS DO REFLUXO

Seu bebê pode não apresentar quaisquer sinais de refluxo ou podem apresentar os seguintes sinais:

Assim, você não precisa se preocupar com refluxo se seu bebê estiver se alimentando bem, feliz e ganhando peso normalmente.

QUANDO PROCURAR UM MÉDICO?

Primeiramente entre em contato com seu médico de família se o refluxo começar após os 6 meses de idade, continuar após 1 ano, ou se seu bebê tiver algum dos seguintes problemas:

AMAMENTAÇÃO E REFLUXO

Se você está amamentando e está preocupada que seu bebê possa ter refluxo, primeiramente você deve falar com seu médico.

Assim, se o seu bebê toma fórmula infantil, e você desconfia que ele tem refluxo, fale com seu médico para se certificar de que ele está tomando a quantidade correta de fórmula para a idade.

Sempre é de suma importância ter orientação médica para qualquer alteração na rotina do bebê, bem como para ter o diagnóstico adequado.

O refluxo é muito comum em bebês pois seu organismo ser imaturo e por este motivo seu esfíncter costuma ficar relaxado. Assim, o alimento volta com frequência, causando vômitos ou regurgitações. Conforme o bebê cresce, o esfíncter amadurece, e causa a diminuição do refluxo.

O QUE PODE AJUDAR

Para ajudar nos sintomas, tente:

Assim, se o refluxo estiver causando muito desconforto ou angústia ao seu bebê, fale com o médico da família. Existem alguns tratamentos disponíveis que podem ajudar.

Qualquer dúvida quanto a saúde do seu bebê, entre em contato imediatamente com o médico. O acompanhamento da saúde do seu bebê é fundamental para que ele cresça e se desenvolva com muita saúde.

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SISTEMA IMUNOLÓGICO  –  Lavar as mãos e o distanciamento social são fundamentais para impedir que doenças como a COVID-19 se espalhem,  mas uma dieta saudável também tem um papel muito importante.

O sistema imunológico é o grande defensor do seu corpo. Ele ajuda a impedir ataques de vírus e bactérias, ajuda as células a se recuperar após a doença e pode até ajudar a reduzir a gravidade de uma doença. É por isso que quando vírus estão circulando em sua comunidade ou mesmo apenas em sua casa, você deve prestar um pouco mais de atenção ao seu sistema imunológico.

Uma das melhores maneiras de o cuidar e 0 ajudar a ficar mais forte é com alimentos, mas não qualquer alimento.

Neste artigo, você encontra uma relação de alimentos que fornecem nutrientes essenciais para apoiar o sistema imunológico.

ALIMENTOS QUE AUMENTAM O SISTEMA IMUNOLÓGICO

Certos nutrientes nos alimentos são vitais para que o sistema fique saudável. Embora focar nesses alimentos seja importante quando você está doente, é tão importante (talvez até mais) quando você está saudável, porque isso permite que o seu sistema esteja mais forte caso entre em contato com vírus ou bactérias.

Portanto, estar atento a sua alimentação e aos alimentos que ajudam a fortalecer o seu sistema imunológico é muito importante para ter uma resistência maior aos vírus e bactérias que encontramos no dia a dia.

Confira a seguir, alimentos que fornecem os nutrientes essenciais para o fortalecimento do sistema imunológico.

1. BRÓCOLIS

Uma boa fonte de vitamina C e betacaroteno, o brócolis também contém compostos de enxofre que, segundo pesquisas, podem aumentar a produção de glutationa. Em termos de suporte imunológico, a glutationa atua atacando os radicais livres para minimizar seus danos potenciais. Isso permite que o sistema imunológico se concentre em permanecer saudável. Outras fontes de enxofre são a maioria dos vegetais crucíferos que exalam um leve odor durante o cozimento.

2. SUCO DE LARANJA

Um copo de suco fornece 100 por cento do seu valor diário (VD) para a vitamina C, uma vitamina que o principal papel é manter o sistema imunológico saudável, bem como 25 por cento do VD para a vitamina D. Isso é importante porque a maioria das pessoas tem níveis de vitamina D abaixo do ideal, algo que a pesquisa sugere que torna a pessoa com mais chance de adquirir doenças. Ainda assim, um estudo de 2017 fala que a vitamina D suplementada ajuda a prevenir infecções respiratórias.

3. OVOS

A ingestão adequada de proteínas é importante para apoiar a resposta imunológica, e os ovos são uma ótima maneira de fazer isso, pois também contêm nutrientes como vitamina D, zinco, selênio e vitamina E, de que o corpo precisa. Se possível, escolha ovos de galinhas alimentadas de forma natural, para obter níveis maiores de ômega-3 e vitaminas D e E.

4. PIMENTÕES

As frutas cítricas são boas fontes de vitamina C, mas se você realmente quiser mais, opte por um pimentão vermelho ou amarelo. Um pimentão vermelho médio tem mais de duas vezes mais vitamina C do que uma laranja média.

Além disso, os pimentões são revestidos com betacaroteno e têm uma pequena quantidade de vitamina E. Sendo assim, misture as fatias em uma salada, frite com outros vegetais ou use para mergulhar o homus no lugar do pão sírio.

5. CARNE MAGRA

Uma porção de 120 gramas de bife fornece mais da metade da Dieta Diária Recomendada (DDR) para zinco, selênio e vitamina B6. Conseguir a ingestão adequada desses três nutrientes pode ser um desafio, e a falta de qualquer um deles pode impedir que seu sistema imunológico trabalhe com 100% de eficiência.

Isso pode aumentar sua chance de ficar doente e diminuir sua defesa imunológica. Assim, procure maneiras de comer cortes magros de carne, como bife bovino, até três vezes por semana.

6. ESPINAFRE

A vitamina A é considerada essencial para o funcionamento imunológico, e as folhas verdes como o espinafre são revestidas com betacaroteno. Além disso, as folhas verdes são uma boa fonte de folato, e algumas pesquisas dizem que uma falta pode prejudicar a resposta imunológica.

A maioria dos vegetais verde-escuros e laranja são boas fontes de betacaroteno, enquanto o folato também está em frutas, feijão, nozes, grãos inteiros e fortificados.

7. ÔMEGA-3

A ingestão adequada e regular de ômega-3 (particularmente DHA e EPA, que são duas formas encontradas em peixes de água fria) é a chave para conter a inflamações. Isso, por sua vez, permite que o sistema imunológico se concentre mais na defesa do corpo contra patógenos e no combate a doenças.

Estocar na despensa latas de salmão ou atum light na água é uma boa opção. Os peixes são boas fontes de vitamina D e de selênio, dois nutrientes que também auxiliam na saúde imunológica.

Agora que você já conhece alimentos que contribuem para o aumento do sistema imunológico, aproveite para consumir uma dieta bem balanceada e com muitos nutrientes importantes para sua saúde.

Não esqueça que a alimentação é essencial para você ter boa saúde, energia e disposição para desempenhar todas as suas tarefas do dia a dia.

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