A anemia é um problema de saúde bem comum, pela falta de glóbulos vermelhos. Os glóbulos vermelhos são células que estão no sangue, e que fornecem o oxigênio aos tecidos e órgãos.
As pessoas com anemia podem se sentir mais cansadas do que o normal, pois o seu coração deve trabalhar mais para suprir o oxigênio ao seu corpo. A fadiga, a falta de ar, a pele pálida, a perda de peso, podem ser os sintomas da anemia, mas não são muito específicos.
A anemia não é uma doença, mas é um sintoma que a origem deve ser buscada. A anemia ocorre quando o nível de hemoglobina no sangue é inferior a 13 g/dl em homens, 12 g/dl em mulheres.
Assim, a hemoglobina funciona como um “pulmão molecular” que, dentro das células vermelhas do sangue, leva o oxigênio para os tecidos através do ferro que contém.
PRINCIPAIS CAUSAS
De acordo com a OMS, 25% das pessoas sofrem de anemia, e metade desses casos é pela deficiência de ferro.
Mulheres com menstruação intensa e mulheres grávidas são as que correm maior risco de anemia.
As principais causas são: deficiências de ferro, doenças inflamatórias e infecções, doenças hematológicas e insuficiência renal crônica.
OS TIPOS
Existem várias formas de manifestação da anemia. Veja algumas delas a seguir:
DEFICIÊNCIA DE FERRO
É a forma mais comum de anemia. A menstruação forte e uma dieta pobre em ferro são as causas mais comuns. Assim, a anemia por falta de ferro altera o tamanho das células vermelhas do sangue, que se tornam menores do que o normal.
DEFICIÊNCIA DE VITAMINA
Este tipo de anemia produz glóbulos vermelhos distorcidos e muito grandes.
Assim, os mais comuns são aqueles causados pela deficiência de vitamina B12 ou vitamina B9 (ácido fólico). O primeiro pode ocorrer devido à ingestão baixa dessa vitamina, a má absorção no intestino ou uma doença chamada anemia perniciosa.
CAUSADA POR DOENÇAS CRÔNICAS
Várias doenças crônicas (e às vezes seus tratamentos) podem reduzir a quantidade de glóbulos vermelhos no sangue.
Este é o caso do câncer, doença de Crohn e doenças inflamatórias. A insuficiência renal também pode causar anemia, porque os rins secretam eritropoietina, o hormônio que estimula a produção de glóbulos vermelhos.
Mas nestes casos, os glóbulos ficam no seu tamanho e aparência normais.
HEMORRÁGICA
A perda grande de sangue após um acidente grave, cirurgia ou parto, por exemplo, pode causar anemia rapidamente.
Assim, alguns problemas gastrointestinais também podem levar a isso, mas desta vez causando uma leve e constante perda de sangue nas fezes (às vezes invisível), por um longo período de tempo.
HEMOLÍTICA
Este tipo de anemia é caracterizada pela destruição muito rápida das hemácias. Pode ser devido a uma reação do sistema imunológico, à presença de toxinas no sangue, infecções ou ser congênita (anemia falciforme, talassemia, etc.). A forma congênita afeta principalmente indivíduos de origem africana.
SIDEROBLÁSTICA
Este termo abrange um grupo de anemias muito raras nas quais as células vermelhas do sangue não podem fixar ferro na hemoglobina.
É um problema enzimático de origem hereditária ou adquirida. Os glóbulos vermelhos são então menores do que o normal.
APLÁSTICA
Esta doença rara ocorre quando a medula óssea não produz mais células-tronco sanguíneas suficientes. Assim, não há apenas falta de glóbulos vermelhos, mas também de glóbulos brancos e de plaquetas sanguíneas.
Em 50% dos casos, a anemia aplástica é por agentes tóxicos, certas drogas ou exposição à radiação.
SINTOMAS
A pessoa doente deve relatar ao médico o início de certos sintomas para que possam ser gerenciados rapidamente pela equipe de saúde. Nem todos são específicos para anemia. Alguns sintomas são:
- Fadiga;
- Falta de ar durante o descanso e esforço;
- Tonturas;
- Dores de cabeça;
- Uma diminuição na audição ou visão;
- Calafrios;
- Unha e lábios pálidos;
- A frequência cardíaca rápida;
- Distúrbios digestivos (diarreia ou constipação);
- Problemas de equilíbrio;
- A dificuldade para dormir;
- Dificuldades de concentração, lembrança, leitura;
- Falta de motivação e entusiasmo;
- Uma diminuição no desejo sexual;
- Dificuldades em realizar suas atividades habituais;
- Dificuldades em manter relações sociais ou familiares;
- Exaustão física, emocional ou psicológica.
TRATAMENTO
Os tratamentos para anemia dependem do nível de hemoglobina no sangue e dos sintomas do paciente.
Sendo assim, quando o nível de hemoglobina está abaixo de 8 g/100 ml, a anemia deve ser tratada com bastante rapidez. Na verdade, pode ter consequências importantes. Na maioria das vezes, uma transfusão de sangue é considerada.
Por outro lado, se o nível de hemoglobina estiver acima de 8 g/100 ml, a anemia do paciente não é considerada perigosa. Sob certas condições, é proposto tratamento para corrigir. Esse nível de hemoglobina pode de fato ter um forte impacto na qualidade de vida, tanto física quanto psicológica, com impactos sociais e profissionais significativas para o paciente.
Assim, o tratamento da anemia tem como objetivo reduzir o cansaço. Essa energia dá ao paciente uma qualidade de vida melhor, ele se sente mais disposto.
A anemia pode ser tratada com:
- Uma ingestão de ferro e ácido fólico;
- Uma transfusão de glóbulos vermelhos;
- Um medicamento que estimula a medula óssea promovendo a produção de glóbulos vermelhos no corpo: a eritropoietina (chamada EPO). Este medicamento previne ou diminui as transfusões de sangue.
A injeção de eritropoietina às vezes causa dor no local da injeção, dores de cabeça, febres leves ou dor nas articulações. Esses efeitos estão presentes principalmente no início do tratamento. Se esses sintomas aparecerem, o médico oferece analgésicos a cada injeção.
Efeitos Colaterais
Esses efeitos colaterais devem ser controlados porque a dor causada pelo tratamento pode ser uma causa adicional de fadiga e ansiedade.
Mas sempre que sentir sintomas que possam ser de anemia, é muito importante ir em uma consulta médica e realizar alguns exames. Assim, o ideal, é fazer exames preventivos para evitar ter a doença ou que esta se agrave. Afinal, quanto antes descoberta, mais fácil de combater.
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A doença da diabetes é causada por hiperglicemia crônica, ou seja, excesso de açúcar no sangue e, portanto, um nível muito alto de glicose (glicemia).
O QUE É?
Diabetes é um distúrbio da absorção, uso e armazenamento de açúcares que são ingeridos nos alimentos. Esse distúrbio causa níveis altos de glicose no sangue.
Os alimentos são compostos de gorduras, proteínas (as proteínas animais ou as vegetais) e carboidratos (os açúcares, o amidos, etc). Assim, esses alimentos fornecem a maior parte da energia que o corpo de uma pessoa precisa para funcionar, passar pelo intestino e depois alcançar a corrente sanguínea.
Quando você come, os níveis de açúcar no sangue crescem, e os carboidratos se transformam em glicose. O pâncreas percebe o aumento do açúcar no sangue, e as células beta do pâncreas eliminam a insulina.
Assim, a insulina funciona como uma chave, que permite que a glicose entre nas células do corpo: nos músculos, no tecido adiposo e no fígado, onde poderá ser transformada e armazenada. Desta forma, a glicose diminui no sangue. Um outro hormônio, libera a glicose que estava no fígado, fora das refeições, durante uma queda de energia ou açúcar no sangue.
Enfim, é o equilíbrio desses hormônios que mantém o açúcar no sangue estável no corpo. Em caso de diabetes, este sistema regulatório não funciona.
COMO DIAGNOSTICAR ?
Para saber se a pessoa tem diabetes, é necessário realizar um teste de glicose no sangue. Esse teste é feito em um laboratório de análises clínicas. Então, uma pessoa tem diabetes quando a glicose no sangue em jejum é igual ou superior de 1,26 g/l a 2 g/l a qualquer hora do dia.
OS TIPOS
Existem 3 tipos de diabetes: a diabetes do tipo 1, a do tipo 2 e a diabetes gestacional. Veremos a seguir as características de cada uma delas.
TIPO 1
A diabetes tipo 1 afeta cerca de 6% dos das pessoas que são diabéticas. É uma doença autoimune que ocorre com frequencia na infância ou adolescência. Assim, ela se caracteriza pela ausência de secreção de insulina pelo pâncreas.
As causas do início da doença ainda não são precisas. Portanto, alguns cientistas acreditam que a diabetes tipo 1 é uma doença genética que resulta no ataque de certas células do pâncreas. Outros pensam que um vírus poderia causar a doença e incentivaria o sistema imunológico a atacar o pâncreas.
Assim, como as células do pâncreas são destruídas, uma pessoa com diabetes tipo 1 precisa de acompanhamento e tratamento especiais para toda a vida. Esse tratamento envolve injeções de dose de insulina.
TIPO 2
Para a diabetes tipo 2, o pâncreas continua a secretar insulina, mas o corpo se tornou resistente a ela.
Geralmente afeta pessoas com excesso de peso quando começam a envelhecer. Embora também conhecida como “diabetes de maturidade”, o diabetes tipo 2 é cada vez mais comum em crianças e adultos jovens por causa do estilo de vida atual.
A diabetes tipo 2 é uma doença de estilo de vida. No entanto, a idade desempenha um papel importante, assim como a hereditariedade. Uma pessoa cujos pais tiveram a diabetes tipo 2 é mais propensa a sofrer de diabetes tipo 2 também.
Portanto, o tratamento da diabetes tipo 2 envolve uma dieta equilibrada e exercício físico, mas também com o uso de medicamentos, muitas vezes de forma oral. Em alguns casos, a injeção de insulina pode ser necessária.
A diabetes tipo 2 está em constante evolução em todo o mundo, e esse número tem aumentado a cada ano.
GESTACIONAL
O gestacional, também chamado de “diabetes gestacional”, é uma doença que as mulheres podem contrair durante o segundo trimestre da gravidez, e atinge cerca de 8% das mulheres grávidas.
Mas, ao contrário do diabetes tipo 1 e tipo 2, que são patologias progressivas e devem ser monitoradas por toda a vida, o diabetes gestacional desaparece após o nascimento do bebê.
Portanto, quando uma mulher tem diabetes gestacional na gravidez, é mais provável que ela sofra disso novamente na próxima gravidez e corre um risco maior de desenvolver diabetes tipo 2 depois.
Quanto mais avançada a idade da mulher na gestação, maior o risco de desenvolver diabetes gestacional.
SINTOMAS
Vários sinais podem anunciar o início desta doença. Assim, os primeiros sintomas são através do açúcar alto no sangue, além de outros como:
- A perda de peso associada ao aumento do apetite;
- Se sentir cansado ou com muito sono;
- Precisa urinar com frequência;
- A sede com excesso e desidratação;
- A dormência e formigamento nas mãos e pés;
- A cura lenta de lesões.
portanto, ao ter esses sintomas, se a doença não for tratada de forma rápida, vão aparecer sinais mais graves, como a perda de apetite, problemas de visão, odores urinários anormais e distúrbios da consciência.
O diabetes tipo 1 geralmente aparece de uma hora para outra, com sintomas que estão ausentes há muito tempo.
Muitas pessoas com diabetes tipo 2 a ignoram por um longo tempo, porque os sintomas são menos óbvios do que para pessoas com diabetes tipo 1. De fato, se estima que 500.000 pessoas no Brasil sofram de diabetes tipo 2 sem saber.
No entanto, ela aumenta o risco de ataque cardíaco e cegueira. Fazer o teste é, portanto, essencial para evitar esse tipo de complicação.
COMPLICAÇÕES
O mau equilíbrio de glicose no sangue pode ter consequências muito graves, incluindo riscos de hipoglicemia ou cetoacidose (consequência de alta deficiência de insulina).
Portanto, é essencial conhecer os sintomas para corrigir de forma rápida problemas de glicose no sangue e outros distúrbios sanguíneos.
TRATAMENTOS
O tratamento é com base na ingestão de insulina, para compensar o que não é suficientemente fabricado pelo pâncreas.
Assim, a escolha da insulina geralmente depende da meta estabelecida com o médico da pessoa com diabetes para controlar seu nível de açúcar.
O gerenciamento é através de mudanças no estilo de vida e na implementação de medidas, como:
- A perda de peso;
- Adotar uma dieta equilibrada:
- O consumo de produtos frescos e crus;
- Limitar os produtos industriais ricos em açúcar, gordura e sal;
- Consumir vegetais a cada refeição: a presença de fibras retarda a absorção de nutrientes e reduz o índice glicêmico de uma refeição;
- Beber água regularmente durante todo o dia;
- Fazer atividade física regular.
Portanto, é muito importante fazer exames preventivos e se sentir qualquer sintoma, procurar um médico. A diabetes é algo muito sério, e que precisa do tratamento adequado.
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A depressão é uma doença que causa grande tristeza, sensação de desespero, perda de motivação e habilidades de tomada de decisão. A diminuição dos sentimentos de prazer, distúrbios alimentares e do sono, pensamentos mórbidos e sensação de não ter valor como pessoa.
Ela ocorre na forma de períodos depressivos que podem durar semanas, meses ou até anos. De acordo com os sintomas, a depressão será tida como leve, moderada ou grave. Nos casos mais graves, a depressão pode levar até ao suicídio.
A depressão afeta o humor, os pensamentos e o comportamento, mas também o corpo. A depressão pode aparecer no corpo por dor nas costas, dor de estômago, dor de cabeça.Uma pessoa que sofre de depressão pode ter mais resfriados e outras infecções, pois seu sistema imunológico fica mais fraco.
DEPRESSÃO OU TRISTEZA?
O termo “depressão”, ainda é usado de forma errada para descrever os períodos de tristeza, tédio e melancolia que todos vivem em um momento ou outro sem que seja uma doença.
Por exemplo, ficar triste após a perda de um ente querido ou se sentir um fracasso em caso de problemas no trabalho é normal. Mas quando esses humores voltam todos os dias sem motivo ou ficam por um longo tempo, pode ser uma depressão.
A depressão é na verdade uma doença crônica, atendendo a critérios e diagnósticos específicos.
Além da tristeza, a pessoa tem pensamentos negativos e humilhantes como:”Eu sou péssimo”, “Eu nunca terei sucesso”, “Eu odeio quem eu sou”.
Assim, ela se sente inútil e tem dificuldade em se projetar no futuro. Ela não tem mais interesse em atividades que antes ela gostava.
CAUSAS
Não está claro o que causa depressão, mas se sabe que é uma doença complexa que envolve vários fatores relacionados à hereditariedade, biologia, eventos da vida e meio ambiente e estilo de vida.
GENÉTICA
Após estudos de longo prazo em famílias e gêmeos, a depressão mostrou ter algum componente genético, embora genes específicos envolvidos nesta doença não tenham sido identificados. Isso significa, que ter um histórico de depressão na família, pode ser um fator de risco.
BIOLOGIA
As pessoas deprimidas têm um déficit de certos neurotransmissores, como a serotonina. Esses desequilíbrios interrompem a comunicação entre os neurônios. Assim, outros problemas, como distúrbios hormonais, também podem contribuir para a depressão.
AMBIENTE
Maus hábitos de vida como o tabagismo, pouca atividade física, excesso de televisão ou videogames, etc., aliado a condições de vida, como condições econômicas precárias, o estresse, o isolamento social, tem grande chance de afetar seriamente o estado psicológico.
Por exemplo, o acúmulo de estresse no trabalho pode levar ao esgotamento, o que pode levar à depressão.
EVENTOS DA VIDA
A perda de um ente querido, o divórcio, a doença, a perda de emprego ou qualquer outro trauma pode desencadear depressão em pessoas predispostas à doença.
Da mesma forma, o abuso ou trauma infantil o torna mais suscetível à depressão na idade adulta, em particular porque interrompe o funcionamento de certos genes relacionados ao estresse.
COMPLICAÇÕES
A depressão tem relações com outros problemas de saúde, como:
- A ansiedade;
- O alcoolismo e drogas;
- A dependência de remédios, como pílulas para dormir;
- O aumento do risco de certas doenças.
De fato, a depressão está associada a um risco maior de problemas cardíacos ou derrames. Por outro lado, sofrer de depressão pode acelerar a diabetes em pessoas já em risco.
Pesquisadores dizem que pessoas com a doença também tem menos chance de se exercitar e comer bem. Além disso, alguns remédios podem aumentar o apetite e causar ganho de peso. Portanto, todos esses fatores aumentam o risco de diabetes tipo 2.
SINTOMAS
A classificação americana DSM-5 de transtornos mentais é usada para fazer o diagnóstico. De acordo com essa classificação, existem nove sintomas que caracterizam a depressão, conforme abaixo:
- Uma tristeza quase permanente, às vezes com lágrimas.
- Uma perda de interesse e prazer nas atividades do dia a dia, mesmo aquelas que a pessoa gosta.
- Um sentimento de desvalorização e culpa muito grandes.
- Ideias de morte ou suicídio, a sensação de que a vida não vale a pena ser vivida.
- Uma diminuição psicomotora.
- Fadiga, muitas vezes de manhã.
- Perda de apetite, com perda de peso.
- Distúrbios do sono.
- Dificuldades de atenção e concentração.
TRATAMENTO
A maioria dos casos responde bem ao tratamento com antidepressivo, psicoterapia ou uma combinação de ambos os métodos de tratamento.
Portanto, fornecer informações sobre depressão e como ela é tratada para a pessoa e seus familiares, pode ser outra parte do plano de tratamento.
Muitas vezes a pessoa com a doença, não entende que os tratamentos podem ajudar, ou sente relutância em tomar os remédios.
No entanto, há muitas opções de medicamentos para o tratamento da depressão. E a pessoa junto com seu médico, podem decidir qual será o mais adequado.
Medicamentos usados para tratar a depressão começam a funcionar após a pessoa utilizar por 2 a 4 semanas, embora alguns sintomas possam melhorar nas primeiras semanas.
Em alguns casos, o remédio inicialmente recomendado terá que ser alterado até que se perceba uma melhora nos sintomas do paciente.
Todos os remédios, podem ter efeitos colaterais. E o médico deve explicar quais são os mais comuns, para ajudar o paciente neste processo.
Assim, a maioria dos tratamentos para a depressão, devem continuar por pelo menos 6 a 24 meses após a resolução do episódio de depressão, para diminuir as chances da doença retornar de forma breve.
Sempre procure um especialista caso tenha alguns sintomas. Quanto antes iniciar um tratamento, maiores as chances de um resultado satisfatório.
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NOVEMBRO AZUL – A campanha do 0utubro rosa, que tem como foco a prevenção do câncer de mama, já é conhecida e muitas pessoas estão empenhadas em incentivar as mulheres a cuidar da saúde. Mas … e a saúde masculina?
Novembro azul, o mês do cuidado masculino! Desde 2003, este evento tem como objetivo conscientizar os homens sobre sua saúde e a importância de se cuidar.
O QUE É O NOVEMBRO AZUL?
Criado em 2003 em Melbourne (Austrália) pela Tanker Foundation Charity, o Novembro Azul é um evento de realizado todo mês de novembro.
Assim, foi criado com o objetivo de conscientizar o público sobre patologias masculinas, em especial, o câncer de próstata, câncer testicular, saúde mental ou prevenção de suicídio em homens.
Todos os anos, durante todo o mês de novembro, muitos eventos são organizados em todo o mundo para apoiar a causa.
Os homens morrem em média 6 anos antes do que as mulheres. Desta forma, o objetivo do novembro azul é contribuir para as vidas mais felizes, saudáveis e longas dos homens.
Contudo, esse desejo é o pilar de todas as ações, o motor por trás das campanhas, e visão para o futuro por meio do Novembro Azul.
QUAL É O OBJETIVO DO NOVEMBRO AZUL?
O evento visa aumentar a conscientização dos homens sobre o rastreamento de cânceres masculinos, como câncer de próstata e câncer testicular.
Ao contrário das mulheres que consultam regularmente seu ginecologista, os homens não consultam ou consultam apenas em caso de sintomas tardios com mais frequência.
Além disso, eles devem permanecer atentos aos sinais que possam sugerir tumores: dificuldades de urinar, sangue na urina, massa indolor e dura, aumento do volume dos genitais, etc.
POR QUE O NOVEMBRO AZUL É IMPORTANTE?
Com o objetivo de conscientizar os homens sobre a importância do cuidado pessoal, surgiu o Novembro Azul, com foco na importância da prevenção do câncer de próstata.
Além da cor azul, há quem queira deixar crescer o bigode durante o mês de novembro.
Assim, ao longo do mês de novembro há um esforço da mídia para informar a população sobre as principais doenças que afetam os homens. E destaca formas de detectá-las com antecedência e ajudando a tirar o estigma dos exames de rotinas de check-up médico.
No Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens, atrás apenas do câncer de pele, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA).
Contudo, bons hábitos, por mais clichês que pareçam, são de importância crucial na prevenção de doenças, incluindo o câncer de próstata.
Assim, é importante manter a prática de atividades físicas e uma dieta rica em vegetais e pobre em gorduras. Desta forma, com a detecção precoce do câncer de próstata, homens podem alcançar taxas de cura de cerca de 90% a 95%.
NOVEMBRO AZUL CONTRA O CÂNCER DE PRÓSTATA
Os sintomas do câncer de próstata normalmente não aparecem até que a próstata seja grande o suficiente para afetar a uretra (o tubo que transporta urina da bexiga para fora do pênis). Isso pode dificultar a detecção precoce.
No entanto, detectar câncer de próstata precocemente pode ser a diferença entre vida e morte.
Assim, 0 Novembro Azul divulga a importância da detecção precoce do câncer de próstata por meio de suas impressionantes campanhas de conscientização, histórias sobre câncer de próstata e muitos recursos educacionais.
COMO PARTICIPAR DO NOVEMBRO AZUL?
Ao longo do mês de novembro, os interessados devem compartilhar fotos apoiando a causa nas redes sociais, como: Facebook, Instagram, Twitter, Youtube, Pinterest, Snapchat.
Você também pode participar de uma comunidade durante todo o mês de novembro e lançar iniciativas com pessoas ao seu redor para incentivar o maior número possível de homens a fazer consultas. Assim, ao publicar suas fotos, elas devem incentivar seus parentes e amigos a estar atento com a saúde.
NOVEMBRO AZUL E SEUS BENEFÍCIOS
O câncer testicular é um dos cânceres mais comumente diagnosticado em homens jovens no Brasil.
No entanto, é altamente tratável se detectado precocemente. Na verdade, o câncer testicular tem uma taxa de sobrevida superior a 95%.
Isso torna crucial que os homens verifiquem seus testículos em busca de caroços ou inchaço uma vez por mês.
Assim, o Novembro Azul mostra a importância do autoexame testicular por meio de guias técnicos, campanhas de conscientização e recursos de apoio
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REAJUSTE ANUAL DOS PLANOS DE SAUDE
Todos os anos quem tem plano de saúde percebe uma mudança nos valores pagos. Mas você sabe quais tipos de reajustes o seu plano de saúde pode sofrer?
Existem duas variáveis envolvidas, a primeira delas é a mudança de faixa etária. Neste caso, cada vez que o beneficiário fica mais velho ele passa a pagar mais. A primeira faixa de valores vai de 0 a 18 anos e as próximas vão alterando a cada 5 anos, chegando ao limite de 59 anos.
Outra possibilidade de aumento do valor pago de plano de saúde é pela variação de custo, assim denominada pela ANS. Sendo diferente para cada modalidade de plano mesmo se ele for individual familiar ou um contrato coletivo empresarial.
Por que tem reajuste de variação de custos nas mensalidades dos planos de saúde?
O reajuste anual por variação de custos é a atualização dos valores das mensalidades dos planos pela variação dos custos dos insumos, materiais e reajustes dos prestadores de serviços ao plano de saúde. Ou seja, os reajustes são necessários para que as mensalidades acompanhem a variação no preço dos procedimentos, insumos, quantidade de serviços utilizados e produção assistencial.
Qual é o percentual de reajuste em 2021?
O percentual pode variar de acordo com o tipo de contratação do plano de saúde, sendo ele individual ou coletivo empresarial.
Planos individuas e familiares
A ANS definiu que os planos de saúde individuais ou familiares terão um reajuste anual negativo no período de maio de 2021 a abril de 2022. O índice estabelecido é de -8,19% e se dá devido a diminuição dos custos dos planos de saúde em 2020 pela pandemia.
Resumindo, com esse reajuste as mensalidades terão uma diminuição nos seus valores em relação ao ano anterior.
Planos coletivos empresariais
Já para os planos de saúde empresariais o reajuste não é definido pela ANS mas pelo agrupamento de outros contratos do mesmo porte. Para as pequenas e médias empresas que possuem entre 1 e 29 vidas e que possuem plano com a Total MedCare, o percentual do período foi de 0,00%. Ou seja, não terão nenhum reajuste para o próximo ano.
Quando será o reajuste no meu plano?
Os reajustes são aplicados no mês de aniversário do plano, ou seja assim que a assinatura de contrato completa mais um ano. Por exemplo, quem assinou o contrato do plano de saúde em agosto, terá seu plano reajustado sempre nos meses de agosto de cada ano.
A Total MedCare disponibiliza planos de saúde em todas as modalidades, e caso você queira saber um pouco mais sobre os valores e rede credenciada entre em contato conosco.
BEBA ÁGUA – O corpo humano é constituído por 60% de água. Parte dessa água é eliminada durante a transpiração, produção de urina e até mesmo na respiração. Se a água não for reposta, a pessoa pode ficar desidratada, com consequências potencialmente graves, especialmente em pessoas frágeis (como crianças, idosos ou pessoas com certas doenças crônicas, como insuficiência renal ou cardíaca).
Todos vocês precisam de água. Todos os seres vivos precisam de água para sobreviver, seja de uma fonte, de uma nuvem de chuva ou de uma garrafinha presa na lateral de uma gaiola de hamster. Além de ser uma parte importante dos fluidos do corpo, cada célula precisa de água para funcionar.
Sem água, seu corpo pararia de funcionar corretamente. A água representa mais da metade do seu peso corporal, e uma pessoa não pode sobreviver por mais do que alguns dias sem ela. Porque? Seu corpo tem muitas tarefas importantes e precisa de água para fazer muitas delas. Por exemplo, o sangue, que contém muita água, transporta oxigênio para todas as células do corpo. Sem oxigênio, essas células minúsculas morreriam e seu corpo pararia de funcionar.
POR QUE ESCOLHER A ÁGUA?
Diariamente, gastamos nosso tempo eliminando a água presente em nosso corpo por meio da urina, do suor e do vapor d’água.
Assim, eliminamos 1 litro de água por dia em média pela urina, entre 0,5 e 1 litro pela transpiração e 0,5 litro pela respiração, para um total de 2 a 2,5 litros de água, eliminados todos os dias nas circunstâncias normais da vida. Para um adulto médio, isso corresponde a 5% do volume total de água presente no corpo. Em caso de clima quente, atividades esportivas, grande absorção de líquidos ou diarreia, a quantidade de água eliminada aumenta consideravelmente.
Diante dessa constatação, é fácil entender porque beber água é um gesto vital a não ser subestimado, pois permite, acima de tudo, manter o volume de água essencial para o bom funcionamento do nosso corpo.
Para matar a sede, o recomendado é beber água, em vez de uma bebida açucarada. As bebidas açucaradas incluem sucos de frutas (mesmo sem adição de açúcar), refrigerantes, leites, energéticos e águas com sabor açucarado. Essas bebidas contêm muitos açúcares e, às vezes, gordura, que costumam ser muito abundantes no restante da dieta.
Não se trata aqui de demonizar o leite ou o suco de frutas, mas de consumi-los com moderação. Você pode continuar tomando um copo de suco ou leite pela manhã no almoço, por exemplo, mas durante o dia, quando você está com sede, é melhor beber água.
BEBA ÁGUA – VOLUME.
Não há uma resposta precisa para essa pergunta. A quantidade necessária depende de vários fatores, incluindo sua saúde, seu nível de atividade e até mesmo a temperatura ambiente. Um atleta que treina ao ar livre em clima quente precisará beber mais do que uma pessoa sentada em frente ao computador por muitas horas, por exemplo.
Aqui estão alguns exemplos de situações em que o estado de saúde tem impacto nas necessidades de água:
- Mulheres grávidas ou amamentando devem beber mais;
- Pessoas com insuficiência cardíaca deveriam seguem regras estritas sobre a quantidade de fluidos que consomem
- Vômito ou diarreia causa perda de fluidos que pode levar rapidamente à desidratação se não for compensado corretamente;
- Pessoas que tomam medicamentos que fazem mais urinar (como comprimidos de água) precisam beber mais líquidos para compensar essa perda.
Como regra geral, uma pessoa saudável deve beber 11 a 15 xícaras de líquidos por dia. Além da água, isso inclui outras bebidas como café ou leite, bem como a água contida em frutas e vegetais.
BEBA ÁGUA – COMO VOCÊ SABE QUE ESTÁ BEM HIDRATADO?
A cor da urina é um bom indicador do seu nível de hidratação. Se você estiver bastante hidratado, sua urina ficará muito amarelada, até mesmo incolor, exceto pela manhã, ao acordar, pois terá ficado mais concentrada durante a noite. A sede é o primeiro sinal que o corpo envia para mostrar sua necessidade de água.
BEBA ÁGUA – PORQUE?
Nosso corpo precisa de água para funcionar. Aqui estão as principais razões que nos lembram porque beber água é essencial:
PARA MANTER O VOLUME SANGUÍNEO
Células e órgãos, principalmente o cérebro e os músculos, precisam de oxigênio para absorver os nutrientes de que precisam, de modo que possam produzir a energia de que precisam para funcionar. Eles absorvem oxigênio e liberam CO2. Um ciclo infinito. E é o sangue que lhes dá o oxigênio de que precisam. É por isso que uma grande perda de sangue pode ter consequências irreversíveis ou até fatais. O sangue é 55% plasma, que é 90% água.
PARA MANTER O VOLUME DA SALIVA:
A saliva desempenha um papel essencial no processo de digestão, transformando os alimentos para que sejam mais facilmente absorvidos pelo corpo. Portanto, participa fortemente da assimilação dos nutrientes essenciais para o bom funcionamento do organismo. A saliva é 90% água.
PARA REGULAR A TEMPERATURA CORPORAL:
Em humanos, a temperatura interna pode chegar até 37,8 ° C sem perigo. Depois disso, o corpo aciona seu mecanismo de regulação térmica, principalmente por meio do suor. A água evaporada dessa forma permite que o corpo esfrie e a temperatura caia. Quanto mais quente o corpo, sob a luz direta do sol ou durante a atividade física, por exemplo, mais ele suará. Portanto, é ainda mais essencial pensar em se reidratar bem nessas condições.
PARA RENOVAR A URINA E O SUOR:
se o suor tem papel importante na regulação térmica, ele também participa, junto com a urina, da eliminação de resíduos metabólicos e tóxicos, como alimentos não absorvidos pelo organismo ou resíduos de medicamentos. A urina também ajuda a manter o equilíbrio entre os vários sais minerais presentes no corpo. A urina é 95% água.
A água é essencial para o nosso corpo por muitos outros motivos, em diferentes níveis de importância. Mas é suficiente focar nas quatro explicações acima para entender por que beber água nunca deve ser tomado de ânimo leve, porque sem esse gesto vital nosso corpo está em perigo.
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COMPULSÃO ALIMENTAR – Cada um de nós às vezes come muito. Seja por estar em férias ou de folga, algumas vezes nós acabamos comendo mais do que precisamos.
Mas, para algumas pessoas, comer demais se torna algo que acontece sempre e de uma forma totalmente fora de controle. Para essas pessoas, “comer demais” se torna um hábito. É quando precisamos prestar atenção e ver se de fato se trata de um transtorno alimentar.
O QUE É COMPULSÃO ALIMENTAR
É um transtorno alimentar grave no qual a pessoa come sempre grandes quantidades de alimentos e não consegue parar de comer. Essas crises ocorrem em média uma vez por semana e pelo menos durante três meses.
Esse é o transtorno alimentar mais comum, e a maior parte das pessoas com esse problema está acima do peso ou é obesa. Mas, as pessoas com peso normal também podem ser afetadas por esse distúrbio.
A compulsão alimentar é o consumo descontrolado de alimentos, mas não tem nada a ver com a necessidade de comportamentos compensatórios. Por exemplo, após a compulsão alimentar, as pessoas que sofrem com isso não compensam as calorias extras induzindo o vômito, usando laxantes ou fazendo exercícios excessivos. Muitos tentam fazer dieta ou comer porções normais, o que muitas vezes leva, ao contrário, gerando uma maior compulsão alimentar.
SINAIS DE ALERTA
A gravidade do transtorno é baseada na frequência de episódios de compulsão alimentar por semana. O transtorno é caracterizado pelo seguinte:
- O consumo de mais alimentos do que a que a maioria das pessoas comeria em um período de tempo semelhante;
- A perda de controle sobre a ingestão de alimentos durante este período: por exemplo, as pessoas podem sentir que não conseguem parar de comer ou controlar o que ou quanto comem.
Ao mesmo tempo, esses ataques são acompanhados por pelo menos três dos seguintes itens:
- Uma dieta muito rápida e agitada;
- O comer até se sentir desconfortável;
- Ingerir grandes quantidades de comida, mesmo se não estiver com fome;
- O comer sozinho, porque fica com vergonha dos outros perceberem a quantidade de comida que você ingere;
- Se sentir enojado, deprimido ou culpado após o término do episódio de compulsão alimentar;
- Dietas com frequência.
Assim, as pessoas com distúrbios alimentares têm uma grande necessidade de comer, e não conseguem resistir e continuam comendo mais do que precisariam. Se você ou alguém que você conhece tem alguns desses sintomas de alerta, é indicado procurar ajuda.
SINTOMAS
O primeiro passo é perceber que você não está sozinho com o seu problema. Depois que você percebe isso e vê como os outros estão lidando com seus desafios, fica mais fácil.
O transtorno da compulsão alimentar é acompanhado por sinais de alerta, que podem ser fáceis ou difíceis de identificar.
Veja algumas evidências de que a pessoa está tendo algum problema de compulsão alimentar:
- Grandes quantidades de comida desapareceram em um curto período de tempo;
- Um grande desconforto ao comer perto de outras pessoas;
- Novos hábitos alimentares ou dietas extremas, principalmente evitando certos grupos de alimentos (sem açúcar, sem carboidratos, sem laticínios, veganos, vegetarianos);
- O roubo e armazenamento de alimentos em lugares incomuns;
- Criar planos ou rituais para ter tempo para comer;
- Se afastar de amigos ou atividades;
- Fazer dietas com muita frequência;
- A preocupação extrema com o peso e forma corporal;
- Comer compulsivamente;
- A formação de certos rituais alimentares (por exemplo, mastigação excessiva, os alimentos não devem tocar uns nos outros, etc.);
- O sentimentos de nojo, vergonha, culpa ou depressão devido às quantidades consumidas;
- A baixa autoestima.
ALERTAS FÍSICOS
A compulsão alimentar também dá sinais físicos, veja os principais:
- As variações no peso corporal (perda ou ganho de peso);
- As cólicas estomacais e outros problemas gastrointestinais (prisão de ventre, azia estomacal, etc.);
- A dificuldade de concentração.
Qualquer transtorno alimentar é prejudicial à saúde porque é sempre um comportamento alimentar anormal. Os riscos existem acima de tudo em relação a:
- Obesidade clínica;
- Estigma de peso;
- Perda e ganho de peso constante (efeito io-iô);
- Problemas de saúde diversos.
FATORES DE RISCO E PREVENÇÃO
A compulsão alimentar afeta mais as mulheres do que os homens, mas pessoas de todas as idades podem ser afetadas. No entanto, geralmente começa no final da adolescência ou no início dos vinte anos. Veja alguns fatores que aumentam o risco:
- O histórico familiar: a chance é muito maior se os pais ou irmãos também tiverem ou já tiveram um transtorno alimentar.
- Dieta: muitas pessoas seguem muitas dietas. Fazer dieta ou limitar as calorias ao longo do dia pode desencadear uma crise alimentar, especialmente se houver sinais de depressão.
- Causas psicológicas: muitos pacientes desenvolvem uma imagem negativa de si mesmos, de suas habilidades e de seus sucessos. Os fatores que desencadeiam a compulsão alimentar são o estresse, as fortes emoções negativas (decepção, sofrimento, solidão), a percepção negativa do corpo e a ter acesso a alimentos que são consumidos durante a compulsão.
Não há como prevenir os transtornos alimentares, mas ter uma boa saúde física e mental podem diminuir as chances. Se você notar algum sintoma desse transtorno, procure ajuda profissional.
Se você suspeita que um membro da sua família ou alguém que você conhece tem esse transtorno alimentar, tente incentivar essa pessoa a adotar comportamentos alimentares mais saudáveis e oferecer ajuda profissional antes que a situação piore.
Caso você tenha filhos, estimule a alimentação saudável, independente do tamanho ou forma corporal. Converse com seu pediatra sobre as suas preocupações, pois ele pode reconhecer os primeiros sinais de um transtorno alimentar e orientar da maneira mais adequada.
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Vitamina B12 – As vitaminas são essenciais para o bom funcionamento do nosso organismo. Além disso, a falta de vitaminas pode causar sérios problemas de saúde.
Por muito tempo, se acreditava que a vitamina B só existia em uma forma, mas agora sabemos melhor. A vitamina B12 é uma das muitas vitaminas do complexo de vitamina B. A vitamina B12 é uma vitamina solúvel em água que encontramos em produtos de origem animal, como carne, peixe, ovos e leite.
O metabolismo de todas as células do corpo depende da vitamina, pois ela desempenha um papel na síntese de ácidos graxos e na produção de energia. A vitamina permite a liberação de energia, ajudando o corpo humano a absorver o ácido fólico.
O corpo humano produz milhões de glóbulos vermelhos a cada minuto. assim, essas células não podem se multiplicar adequadamente sem a vitamina B-12. A produção de glóbulos vermelhos diminui se os níveis de vitamina estiverem muito baixos. A anemia pode ocorrer se a contagem de glóbulos vermelhos cair.
FUNÇÕES
A vitamina B12, também chamada de cobalamina, é uma vitamina do grupo B, por isso é solúvel em água. É uma vitamina muito importante para o funcionamento do cérebro, do sistema nervoso e na síntese do DNA. Essa vitamina deve ser fornecida por meio de alimentos, e as pessoas com maior risco de deficiência são veganos e também idosos, devido ao baixo consumo de alimentos de origem animal.
A vitamina B12 desempenha uma série de funções muito importantes em nosso corpo, as quais são:
- A produção de DNA, a informação genética encontrada em todas as células do nosso corpo;
- A resistência;
- Um bom funcionamento do sistema nervoso;
- O metabolismo do ácido fólico;
- A produção de glóbulos vermelhos, essenciais para o transporte de oxigênio pelo corpo.
DEFICIÊNCIA DE VITAMINA B12
Graças aos nossos hábitos alimentares, as deficiências de vitamina B12 são, muito raras atualmente. Mas as deficiências ainda são bem comuns em certos grupos de pessoas, por exemplo:
- Vegetarianos e veganos, porque comem pouco ou nenhum produto de origem animal;
- Certos distúrbios gastrointestinais (como gastrite atrófica ou doença de Crohn) podem causar absorção reduzida de vitamina B12 pelo intestino;
- Pessoas que bebem muito álcool e não comem com frequência têm mais dificuldade para absorver a vitamina B12.
A deficiência de vitamina B12 pode resultar, por exemplo, em anemia perniciosa, também chamada de anemia de Biermer, que também pode progredir para distúrbios neurológicos, formigamento nas extremidades dos membros, problemas digestivos, perda de peso, distúrbios de humor e, nos idosos, problemas cognitivos.
PRINCIPAIS FONTES
A vitamina B12 é sintetizada por bactérias e está presente em alimentos de origem animal (carnes, peixes, queijos, aves, etc.) ligada a proteínas. Assim, alguns produtos vegetais que sofreram fermentação bacteriana, como cerveja, podem conter cobalamina, mas em quantidades muito pequenas. Outras opções de fontes de vitamina são (com base em uma porção de 100g):
- Bife de fígado cozido: 72,3 mcg;
- Fígado de frango cozido: 19 mcg;
- Coração: 14 mcg;
- Sardinha: 12 mcg;
- Salmão: 2,8 mcg;
- Truta grelhada: 2,2 mcg;
- Queijo mussarela: 1,6 mcg;
- Atum: 11,7 mcg;
- Leite: 1 mcg.
POR QUE CONSUMIR ?
A vitamina B12 tem um papel anti-anêmico, também auxilia na assimilação do ácido fólico (vitamina B9). Assim, associada a um anti-histamínico, a B12 pode ter um papel benéfico no desaparecimento dos sintomas alérgicos. Além disso, também é desintoxicante e ajuda o corpo a eliminar as toxinas do fígado.
Até o momento, alguns estudos científicos demonstraram o papel desintoxicante da vitamina B12 após certas quimioterapias. A ANVISA recomenda uma ingestão de 2,4 mcg de B12 por dia para um adulto saudável.
A suplementação é recomendada para pessoas que seguem uma dieta vegana ou consomem pouca comida de origem animal.
Assim, quando consumimos essa na forma de suplemento alimentar, a dosagem pode ir até 5.000 mmg, o que ainda está longe da dose recomendada de 2,4 mcg ao dia. Isso pode ser explicado pelo armazenamento de vitamina B12 no corpo, permitindo que certos suplementos alimentares sejam tomados semanalmente e não diariamente.
Ao mesmo tempo, a vitamina contida em um comprimido não é completamente absorvida pelo corpo, então será necessário tomar um suplemento bem dosado para cobrir suas necessidades. Para descobrir qual B12 escolher para você, coonsulte seu médico ou nutricionista.
Em alguns casos especiais, a vitamina B12 pode ser administrada por injeção. Por exemplo, no caso de má absorção grave ou após cirurgia digestiva. No entanto, a injeção de B12 pode causar alguns efeitos colaterais indesejados como prurido, urticária, etc.
SUPERDOSAGEM E INTERAÇÕES
É muito raro consumir muita vitamina B12. Por isso, até agora o único efeito colateral observado no caso de consumo excessivo de B12 é o aparecimento de acne.
Muitos nutrientes têm um efeito positivo no metabolismo da B12 e vice-versa. Por exemplo, a B9 precisa da B12 para ser ativada, portanto, uma deficiência de B12 geralmente leva a uma deficiência de B9.
Além disso, a B12 precisa de vitamina B7 e magnésio para ser bioativada. Finalmente, as vitaminas B2 e B3, bem como o cálcio, são essenciais para o metabolismo da vitamina B12. Pode ser aconselhável tomar um complexo multivitamínico além da B12 e em caso de deficiência.
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O Outubro Rosa tem como objetivo conscientizar e mobilizar as pessoas contra o câncer de mama, que continua sendo o câncer feminino mais diagnosticado no mundo.
Todo mês de outubro, empresas e pessoas se juntam para apoiar uma causa comum que os incentiva a se vestir de rosa. Edifícios importantes são iluminados em rosa, vários eventos esportivos mudam para a cor rosa, muitas corridas de caridade chamam a atenção para a causa.
Todas essas atividades têm um objetivo comum: aumentar a conscientização sobre a importância das medidas de prevenção do câncer de mama. A maioria dos esforços de caridade em torno do Outubro Rosa também visa participar da luta contra o câncer de mama.
O QUE É O OUTUBRO ROSA?
O Outubro Rosa é um evento que acontece anualmente em outubro em todo o mundo. Criado há 24 anos, tem como objetivo sensibilizar o público sobre a importância do toque da mama através de inúmeras ações ou eventos.
A associação “Câncer de Mama, Vamos Conversar!” foi criada pelo jornal Marie-Claire e pelo grupo Estée Lauder France em 1994. Dois anos antes, Evelyn H. Lauder, havia co-criado nos Estados Unidos com a revista Self, a famosa fita rosa, hoje símbolo global do Outubro Rosa.
Assim, este evento reúne e mobiliza milhares de pessoas em todo o mundo: figuras públicas ou anônimos que organizam coleções. Existem também muitas marcas parceiras que estão comprometidas com o Outubro Rosa e parte dos lucros sendo doados à associação. Finalmente, hospitais e institutos de pesquisa do câncer também organizam reuniões e conferências.
POR QUE ADOTAR O OUTUBRO ROSA EM SEU CALENDÁRIO?
Outubro de cada ano é comemorado em países em todo o mundo como o Mês de Conscientização do Câncer de Mama. Nesse mês todos os esforços são dedicados a aumentar a atenção e o apoio para a conscientização, detecção precoce e tratamento, bem como cuidados paliativos desta doença.
Em 2018, havia uma estimativa de 2,1 milhões de casos de câncer de mama feminino. Assim, sendo responsáveis por quase 1 em cada 4 casos de câncer entre as mulheres, o que leva a cerca de 627.000 mortes. A doença é o câncer mais diagnosticado na maioria dos países e também a principal causa de morte por câncer em mais de 100 países.
Assim, a conscientização sobre o câncer de mama é o primeiro passo para evitar que essa doença tenha consequências irreversíveis na vida de uma pessoa. Ano após ano, várias empresas de diferentes setores e várias ONGs se unem para apoiar esta campanha educacional e de arrecadação de fundos.
Por meio de diversos canais de mídia, eles se empenham em transmitir a importância de detectar de forma precoce o câncer de mama, a melhor forma de conviver com o câncer de mama, a importância dos auto-testes e exames de mama. Aumentando a conscientização sobre os sintomas do câncer e os tratamentos disponíveis e o valor de priorizar sua saúde e o estilo de vida que você adota.
CÂNCER DE MAMA É MUITO COMUM
De acordo com o World Cancer Research Fund, o câncer de mama é o mais diagnosticado em todo o mundo, com meio milhão de mulheres morrendo desta doença por ano. Mais de 300 mulheres recebem o diagnóstico de câncer de mama a cada ano no Brasil.
Assim, a detecção precoce é fundamental, pois 90% dos cânceres de mama em seu estágio inicial são curáveis. De acordo com estatísticas, 4 em cada 5 mulheres tratadas vivem pelo menos 5 anos após o tratamento, o que nos coloca como o país com a maior taxa de sobrevivência da América Latina. Embora os homens também possam ter câncer de mama, as mulheres com idade entre 50 e 69 anos são as mais afetadas.
A IMPORTÂNCIA DO RASTREAMENTO DO CÂNCER DE MAMA
Por ocasião do Outubro Rosa, a Saúde Pública publica anualmente dados sobre a incidência e o rastreamento do câncer de mama no Brasil. Seu último estudo indica que se o número de novos casos de câncer de mama aumentou e se estabilizou desde então, é graças em particular ao rastreamento e diagnóstico precoce. O estabelecimento de um programa de controle direcionado e bem desenvolvido em nível nacional – como a triagem “organizada” com mamografia a cada 2 anos a partir dos 50 anos – também estaria na origem desses bons resultados.
Apesar de tudo, o câncer de mama ainda afeta 1 em cada 8 mulheres hoje. Campanhas de informação e sensibilização como o Outubro Rosa, portanto, ainda são necessárias para combater a doença.
Em países de renda baixa e média, a incidência tem aumentado continuamente nos últimos dois anos devido à crescente urbanização e adoção de estilos de vida ocidentais.
Atualmente, não há conhecimento suficiente sobre as causas exatas do câncer de mama, portanto, a detecção precoce da doença e o início do tratamento continuam sendo os pilares do controle do câncer de mama. Se o câncer de mama for detectado precocemente e os tratamentos adequados estiverem disponíveis, há uma boa chance de que o câncer de mama possa ser curado.
DETECÇÃO PRECOCE DO CÂNCER DE MAMA
Entre as inúmeras ações do Outubro Rosa, é possível consultar diretamente com um médico-oncologista. Este responderá em particular às muitas perguntas que você se faz. Mas, acima de tudo, você pode conversar sobre a detecção precoce com seu médico ou ginecologista.
Este te conhece bem e sem dúvida conhece a tua história familiar, os teus hábitos alimentares, o teu estilo de vida… Todos estes elementos podem ser fatores de risco. Se você ainda não está preocupado com a triagem “organizada” e, portanto, tem menos de 50 anos, eles também podem fazer o toque das mamas para detectar a presença de nódulos. E, se necessário, prescrever exames complementares. Quanto mais cedo o câncer for detectado, maiores serão as chances de cura total, então não hesite e fale!
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